sexta-feira, 1 de julho de 2011

POEMA DO DESLUMBRAMENTO


Amanhecer numa madrugada
Oh! Chuvosa madrugada!
Contemplar o tudo e o nada
Embeber o orvalho
Ainda molhado
Das margaridas
Entre o sono e o despertar
Ser o silêncio e a inspiração
Oh! Ditadora inspiração!
Tempestiva, pensativa,
Incansável mão rotina!
Em sonos interrompidos
Escrever, descrever, romper
As deslumbradas alvoradas
M A T U T I N A S
Chuvosas, caladas
Suaves e bruscas.
Mas sempre e sempre
Deslumbrar as madrugadas alvoradas
M A T U T I N A S!


-Angel-

OBS: Este poema foi feito no dia 05-08-2009, dia em que iniciei o meu blog. Assim, em agosto próximo, será o aniversário dele, dois anos de uma convivência às vezes solitária e outras acompanhada. Nele, depositei muitos sentimentos e emoções que o leitor também percebe, ler e silencia nos momentos tristes e se delicia nos alegres. Então, hoje feliz com esta minha companhia, meu blog e vocês leitores seguidores e admiradores da poesia. Obrigada! É sublime viver esse dom, estou certa disso.

Clécia Santos(- Angel-)

3 comentários:

  1. Olá
    Além de lindo tem uma hisrória, o primeiro do seu blog.
    Adoro madrugadas, são mágicas...
    Beijo na alma

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  2. Consegui vivenciar o momento em que esse poema foi escrito, aliás momento bastante semelhante às últimas madrugadas. Continue sempre a escrever teus sentimentos e experiências, transformando-as sempre em arte. até breve!

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  3. Lindo poesia, Angel... e histórica, né? Bjos...

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Obrigada pelo o comentário, que sempre vem acompanhado de carinho!

Bjos...