segunda-feira, 18 de agosto de 2014

PERFIL


Horas que horas passam
Meu tempo permeiam
Longe e longe estamos...
Congelados e congelados.

Horas que horas chegam
Batem minha porta, gorjeiam
Sinto e sinto que estamos...
A beira do iceberg, caímos.

Mas à espera nos encontramos
Num duelo de sorrisos,
De medo e covardia...

Contamos uma para outra história
Passamos nesses delírios
Todo o tempo do mundo!

Clécia Santos



terça-feira, 5 de agosto de 2014

AGOSTO! AGOSTO!




Ah! Agosto! Agosto!
Nesse mês
Vim ao mundo!
O quê dizer?
Sem palavras...
Fico sem saber
Como me conduzir.

Ah! Agosto! Agosto!
Só bom gosto
Boas formas de amar
Bem recatado?
Jamais! É demais!
Agosto? Desfila!
Mostra a cara, carão e alucina!

Ah! Agosto! Agosto!
Venha reviver alegria
Misto de fé, sonho, fantasia,
Mostra a carraca de folclorista
Amiúde, só para começar...
Casas, sol, fogo, rojão,
Ecumênicas formas de viver.

Ah! Agosto! Agosto!
Eu creio em Deus Pai...
Que Santa Clara brilhe,
A Santíssima Virgem Maria Rainha,
São Jacinto, São Ludovico,
São João Eudes, Santo Agostinho,
E principalmente São Bernardo de Claraval!

Ah! Agosto! Agosto!
Vê se me trás tudo de bom!
Mas para seu "juízo"...
Vou rezando: "Deus adiante.
Paz na guia,
Recomendo-me a Jesus
E a Virgem Maria!"

Clécia Santos

Obs: A foto foi registrada por Gustavo Macedo, nas primeiras horas do dia 1º do mês de agosto desse corrente ano.

terça-feira, 22 de julho de 2014

RECUPERANDO O TEMPO

                                                                     

BOM DIA GENTE LINDA!

Depois de tanto tempo e de tanto sofrer para recuperar a entrada de meu BLOG, finalmente consegui!
Obrigada pelas visitas, pela paciência, por tanto tempo de espera! Peço minhas humildes desculpas!
E só peço um pouco mais de calma, pois a inspiração quase ia embora com minha louca angústia. Mas enfim, todo o sufoco passa, como nuvens de algodão, de inverno.

Obrigada sempre! Vocês seguidores e leitores!

Clécia Santos

quinta-feira, 29 de maio de 2014

NA PALMA DA MÃO...




Aqui onde se guarda
Há liberdade
Há entrincheiradas
Formas diversas
De ser e de coisas
Desbotadas...
Sem nenhum sentido
O simples óbvio
Que não se vê
Nem tão pouco
Percebe-se
E apenas se toca.
Sublime forma de ser
Onde nada se fixa.
A palma da mão
Respira a eterna
Liberdade da inconstância.

Clécia Santos

PENSAMENTO




Onde me encontro
Há um longo diálogo.
Pressinto tanto!
Um sorver de loucura
Que beira um pouco
De vida e de sonhos
Estagnados e unidos
Nesse sofrer sem nome
Absorta e livre...
Nas asas da imaginação.
Apenas beirando
Flores e beija-flores.

-Clécia Santos-









sábado, 10 de maio de 2014

CHEIRO DE MÃE


Ah! Mãe, teu cheiro é espaço...
É vinculo umbilical
Algo de silêncio implantado
Incorporado aos vários suspiros
Menta com sabor de mel.

Ah! Mãe, teu cheiro é agora!
É gosto de café matinal
Algo de alegria contagiante
Que emana de doces aconchegos
Manteiga com sabor de céu.

Ah! Mãe, teu cheiro é lembrado
Do aroma forte e matriarcal...
Algo exageradamente latente,
Uterino, feminino e divino.
Olhar vindo da mãe de Deus menino!

-Clécia Santos-

VENTO...




VENTO...


Brisa leve
Leve entre o sol
Mergulha mar
Gosto de sal
Total maresia
Música suave
Leve e leve
Toda a poesia
Que se encarregue
Da brisa leve
Simples nostalgia.



Clécia Santos