segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

LOUSA...




A vida pode ser entendida como uma grande lousa,
Onde podemos e temos a capacidade de apagar
O quê nos marcou de maneira negativa.
Para no esquecimento, encontrarmos a força
Que merecemos e continuar seguindo
Para novos caminhos, novos planos,
Novas opções, novos amores...

-Angel-

domingo, 16 de janeiro de 2011

SÓ EM SONHOS?


Onde caminhei por veredas sombrias de meus sonhos,
Encontrei escritos secretos em papel amarelado.
Nele, haviam palavras de amor, apaixonadas,
Emolduradas em gotas de lágrimas...
Que marcavam a tinta cheias de lembranças.
Mas onde? Onde estava o meu sonho?
O quê me revelava? Sombrias dúvidas!

Onde caminhei por veredas sombrias de meus sonhos,
Não encontrei a resposta desses escritos secretos.
Só aumentei a expectativa que me encontro.
Será que a fantasia que criei, que me amas...
Está subtentida apenas nos sonhos?
O quê farei agora? Como sair desse labirinto?
Vou, quem sabe, lembrar de tudo e sonhar outra vez!

-Angel-

JANELA


Viver, simplesmente viver...
Ainda é a melhor maneira
Para darmos a chance a esperança.
E como uma janela expectativa
Observe o quê for positivo,
Siga em frente, viva o presente
Intensamente, intensamente.
Abra a janela do coração
Que o amor entrará
Como o ar que respiramos.

-Angel-

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

LIMBO


A vida nos surpreende a todo o instante!
Superamos quase tudo, não é verdade?
A solidão, o desespero, a angústia...
Mas somos surpreendidos pelo acaso.
E um acaso por vezes triste, de imagens marcantes.
Que por mais distantes que sejam de nossos olhos,
Nos fere, nos impressiona, nos deixa perplexos.
Como esquecer determinadas imagens virtuais?
E ao mesmo tempo, reais demais?
Como ser frios para assistir cenas de desespero?
E sem poder resolver as tragédias...
Ficamos numa espécie de LIMBO,
Observando de modo também desesperado.
Só a fé pode trazer a LUZ da resolução,
O equilibrio que falta, a paz que é a superação
Do que chamamos de PERDAS.

-Angel-

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

FOTOGRAFIA


Desejaria por tantos palpites de meu coração
Que em teu quarto, na penumbra,
Em teu pensamento, sabe aquele que vaga,
Perdido, distante, em busca de algo...

Que lembrasse de meu rosto, meus olhos,
Meu sorriso tímido, minha pele,
A química que vivíamos bem juntinhos,
Corpo a corpo, beijo a beijo,
Afago a afago, desejo a desejo,
Num dedilhar quase assim, como agora,
Fotográfico, meramente fotográfico...

Pois só assim, como agora estou,
Desejaria por tantos palpites de meu coração,
Que assim tu também estivesse,
Perdido, distante, em minha procura.

-Angel-

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

UM ENÍGMA


Há de tanto e tanto amor,
Sei que me perdi.
Não encontro nenhuma resposta
Fosse adequada
Para este meu momento.

Há de tantos e tantos momentos,
Sei que me perdi
Não encontro nenhuma saida
Fosse adequada
Para este meu enígma.

Ai e ai de tantos enígmas
Já vividos...
Sei que me perdi.
Não encontro a chave certa
Que possa desvendar o mistério desse amor.

-Angel-

DESPERTAR...


Nos primeiros raios de sol
Mesmo entre pingos da chuva,
A fé está presente...
Na brisa lenta que desperta
Dia qualquer...
Movendo moinhos de pensamentos
Que simplesmente voam
Ora na palma da mão,
Ora misturados aos ventos.

-Angel-