
ROSAS DE AGOSTO
A juventude já me aperta
Se despedaça em pétalas de rosas
As tempestades de uma maturidade
Tão íntima, tão cósmica
Me habita, me segreda,
Condiz ao que me aponta
Feito um poema, uma poesia,
Canção singela, angelical.
Sem máscaras, nem perfeição
Despetala-me aos ventos
Levando ao longe lembranças
A pureza de botão
Sonhos adolescentes
Máculas desilusões
Manchas que ficaram
Das marcas têmporas
Que aos poucos desabrocham!
-Clécia-
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