
DE UMA JULIETA PARA UM ROMEU
Não sou nem Julieta
Nem você é Romeu.
Mas sob Shakespeariana
Visão e impossibilidade
Meu encontro com o amor
Sempre beira o proibido.
Um perfume que só percebo
Quando o ar me inspirou.
Mas é acordar belos altares
Degustar manjares
Tocar a primavera
Sonhar mesmo outuno
Que as flores colorem.
O amor é romantico
Cego, forte, gostoso!
Aqueles proibidos então!
Um pecado só de pensar!
Não sou Julieta
Nem você é Romeu.
Mas somos frutos vivos
Nos patamares dos amores
Condenados e proibidos!
Aí do aí de mim
Que morro assim!
-Clécia-
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