
MISTÉRIO DE MIM MESMA
Borbulhas de mim
Saem e reconheço
São momentâneas
Logo esqueço...
Num piscar qualquer
Magra estou
Noutro gorda demais.
Sem conflito nenhum
O ideal mistério
Sempre é complicado
Traçado das transas
Desfeitas pelo tempo.
As horas variam
Como também permaneço...
E as virtudes, ora ora
São os mesmos tons
Batons das cores que desmereço.
Reconheço só reconheço
Seu brilho, se adormeço.
Se insatisfeita sou
Sei bem sei
Então floreço
Deve ser o sagrado
Que me omitiu
Do fim ao começo.
Ou do começo ao fim?
-Clécia-
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